quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Futebol a paixão nacional e Nizan Guanaes agradece

Estou pasmo com o quanto a futebol ajuda um dos maiores publicitários do brasil a conseguir ganhar mais e mais dinheiro.
Pra quem não sabe, fique sabendo que, no futebol existe uma coisa chamada cotas de patrocínio de TV. Isso significa que empresas grandes, muito grandes pagam a maior emissora do Brasil uma pequena quantia anualmente para poder anunciar nos intervalos dos jogos, durante os jogos e depois dos jogos. São apenas 6 empresas selecionadas diga-se de passagem que fazem parte deste nobre grupo, são eles:Vivo, Casas Bahia, Ambev, Volkswagen e Itaú. A Coca-Cola adquiriu a sexta cota de publicidade que até ano passado só existiam 5. E a Olympicus entra como um 7º anunciante, apenas para aqueles famosos 5 segundos.
Duas coisas eu quero ressaltar nesse meu comentário, o valor da cota e qual agência publicitária é dona da maioria destas contas.
Então, um pouco acima eu fui irônico ao dizer que é uma pequena quantia que as grandes empresas pagam a rede globo, pois essa pequena quantia tem muitos zeros e quem me dera ter na minha conta alguns desses zeros.
Cada cota de patrocínio este ano saiu por 134 milhões de reais, ou seja 804 milhões no total, caraca é muita grana. E a coisa mais interessante disso tudo é o que eu vou dizer agora e que tem haver com o grande Nizan.
Das seis empresas que foram citadas, a agência de Nizan Guanaes (Agência África) possui os seguintes clientes: Vivo, Itaú e Ambev. O que isso quer dizer?
Que parabéns para ele, porque ele ganha muita grana com isso, mas não creio que ele tenha conseguido nada disso do acaso, provavelmente ele correu muito atrás do que queria e consegui, através da sua competência e de seu network é claro.
Daí isso serve para todos nós que pensamos em ter condições financeiras boas em nossas vidas. Devemos correr atrás de nossos objetivos e ficar atentos as oportunidades que aparecem. E quem sabe um dia conseguir atender uma Coca-Cola ou uma Volkswagen, só depende de nós.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Mídias Sociais

Mídias Sociais, significa o uso do meio eletrônico para interação entre pessoas. Os sistemas de relacionamentos digitais combinam textos, imagens, sons e vídeo para criar uma interação social de compartilhamento de experiências.
É uma mudança na maneira como as pessoas descobrem, lêem e compartilham informações, notícias e conteúdos. É uma fusão social e tecnológica, transformando o que até então era um monólogo em um diálogo.
Essas mídias socias têm várias características que as diferem fundamentalmente das mídias tradicionais, como jornais, televisão, livros ou rádio. Antes de tudo, as mídias sociais dependem da interação entre pessoas, porque a discussão e a integração entre elas constroem conteúdo compartilhado, usando a tecnologia como condutor.
Basicamente, descreve as ferramentas on-line que as pessoas usam para compartilhar conteúdo, perfis, opiniões, visões, experiências, perspectivas e mídia em si, facilitando assim conversas on-line e interação entre grupos de pessoas.
Alguns exemplos mais comuns são: Wikipedia (referência), MySpace e Facebook (redes sociais), Twitter e Jaikue (aplicativos de presença), YouTube (partilha de vídeo), Second Life (realidade virtual), Upcoming (Eventos), e Digg, Reddit e Propeller (notícias comporta ilhadas), Flickr e Zooomr (Imagens compartilhadas), Blogtv, Justin.tv, e Ustream (livecasting), Stickham, YourTrumanShow (episódica vídeo on-line), e Izimi Pownce (mídia compartilhada), del.icio.us (bookmarking ) E World of Warcraft (jogos on-line).
A Mídia social é a democratização do conteúdo e da compreensão do papel que as pessoas desempenham no processo de leitura, não somente divulgar informações, mas também compartilhar e criar conteúdos para que outras pessoas possam compartilhar e usufruir.

Mídia Alternativa

É aquela que não é “tradicional”. Ela busca sempre a inovação; ou seja, criar algo novo e atrativo ao público, fugindo dos modelos convencionais já existentes.
A mídia alternativa é também caracterizada no âmbito publicitário como um espaço para veiculação de anúncios de publicidade e propaganda em locais inusitados e ou fora do habitual.
Ela tem que se adaptar ao conceito do produto, a idéia que o anúncio quer passar. Com isso, é imprescindível elaborar uma boa estratégia de marketing para criar uma mídia alternativa que cause impacto e que venda o produto/serviço.
As mídias alternativas,estão cada vez mais ganhando mercado. Pois são  muito mais atrativas visualmente, com isso, ela conseguem ser mais lembradas pelas pessoas.
Alguns exemplos de mídia alternativa: Impressos em papel higiênico, motomídia, busdoor, bikedoor, motodoor, mídia em metrô, anúncios feitos com tatuagens, anúncios em novas tecnologia, adesivos de mesa, plotagem em escada rolante, taxidoor, painel digital, motomídia, ekomídia, empena, painel rodoviario, protetor de arvore, barreira de pedestre, lixeira, etc.
O mercado está cada vez mais exigente e a  busca de novas ferramentas para chamar a atenção do consumidor é constante. Alternativas criativas são sempre bem vindas, pois nos surpreende e informam a mensagem de uma forma diferente e inesperada. 

CPM - Custo Por Mil

O CPM é usado como parâmetro, para a seleção de programas e veículos para montagens de programações de mídia. Ele serve para mostrar quanto está custando a propaganda para o cliente, ou seja, se ela está cara ou barata e se o investimento a ser feito por ele irá valer mesmo apena.
O CPM é encontrando através de um calculo feito por meios de percentuais e números absolutos.
O CPM pode variar de acordo com o meio escolhido pelo cliente. (TV, rádio, jornais, etc.) e para a internet este calculo é feito por meio de acessos feitos ao site.
Agora, quem escolhe o meio de comunicação, tem que tomar muito cuidado, pois às vezes a relação de CPM pode não ser realmente aquela. Não que a empresa esteja mentindo, apenas pelo fato de que talvez a mídia escolhida possa não impactar tanto o público alvo quanto outra mídia que talvez possa estar mais cara.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

O que deve conter um Briefing de Mídia

Mudei de idéia,
na minha última postagem eu disse que o brifing deve conter o máximo de informações que o responsável pelo atendimento possa conseguir, mais pesquisando um pouco mais sobre mídias acabei descobrindo que não é bem assim.
É claro que informações são importantes para que dê tudo certo, mas informações desnecessárias podem acabar atrapalhando na hora em que o braimstorm estiver sendo feito, ou seja o meio termo é o bom senso, para que erros sejam evitados.
Por isso resolvi descrever abaixo algumas informações que são importantes para que um briefing fique bem enxuto e não deixe de fornecer nenhuma informação à agência:
1- PRODUTO
Histórico
Atributos e particularidades

Benefícios
Preço
Principais qualidades

2- HABITOS DE COMPRA E CONSUMO
Quando
Onde
Quando
Ciclo de vida do produto
Conhecimento de marca

3- MERCADO
Canais de distribuição
Vendas
Sazonalidades
Potencial das áreas
Problemas e deficiências
Análise de categoria


4- CONCORRÊNCIA
Definição
Share of market (dados relevantes dos principais concorrentes)

5- PÚBLICO-ALVO
Classificação econômica
Perfil socioeconômico e outras qualificações
Aspectos psicográficos e comportamentais
Fatores influenciadores de compra

6- VERBA E PERÍODO
Qual é a verba
Datas para promoções

7- OBJETIVOS E ESTRATÉGIA DE MARKETING
Sobre o produto
Sobre o mercado
Sobre ações diversas

8- OBJETIVOS DE COMUNICAÇÃO
Estilo e tipo de campanha

9- AÇÕES PROMOCIONAIS
Materiais de PDV (Ponto de Venda) previstos

10- AÇÕES ANTERIORES
Todas as ações já realizadas pelo cliente anteriormente

O que é um briefing?


            Um bom briefing é o primeiro passo para o sucesso da agência em uma campanha publicitária.
Ele se constitui de todas as informações necessárias e até desnecessárias sobre o cliente ou produto que a pessoa responsável pelo atendimento em uma agência consiga colher do cliente. Normalmente para se ter um briefing bem feito o responsável pelo atendimento tem que visitar o cliente várias vezes e é a partir dele que a agência irá trabalhar para conseguir criar estratégias de campanha para o cliente.
Ele também é o elemento chave para que o planejamento (outra área de atuação em uma agência) consiga propor as melhores formes de ação da campanha ou produto, ou os dois juntos que é a forma mais indicada.
Um briefing bem feito ou colhido como se diz no meio pode trazer 50% de sucesso para a campanha, agora um brieging mal colhido com certeza é 100% de frustração para o cliente e para a agência.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Conteúdo básico de um Plano de Mídia

Irei tratar nesta postagem de como tem que ser o conteúdo básico de um plano de mídia para a apresentação da agência para o cliente.
É muito importante a agência apresentar um plano de mídia bem completo e bem elaborado, porque é a partir dele que o cliente vai poder verificar se o seu investimento será bem aplicado.

Então vamos lá:
Independente das necessidades de alguns clientes, o plano deverá ser constituido por 3 grandes partes fundamentais (Informações básicas, Objetivos e Recomendações)  e uma outra parte a de anexos que irá variar de acordo com a exigência ou necessidade do mesmo.

Informações básicas:
Qualquer informação que possa contribuir para orientar, definir e justificar as decisões contidas no plano. A maioria destas informações sao extraídas do briefing de mídia, mais elas podem vir de outras fontes.

Nelas devem conter informações sobre: Produto, Mercado, Concorrência, Target (público-alvo), Objetivos de marketing e de comunicação, Verba e período.

Objetivos:
Essa parte é vital para o desenvolvimento do plano de mídia, porque as definições destes objetivos é que definirão onde  e como serão investidas as verbas do cliente.
Os objetivos são divididos em dois tipos: Comunicação e Mídia.
Comunicação: Refere-se ao estilo, ao tema e conteúdo das peças criativas, com a intenção de justificar onde serão usadas, em quais veículos, quais os horários a serem veículados e onde é melhor de anunciar.
Mídia: Refere-se ao; target (público-alvo), definição do tipo de frequência e cobertura eficaz que pretende obter; também, quais as funções que os meios de comunicação deverão exercer na campanha, buscando atender os objetivos de marketing e comunicação; e ainda quanto à abrangência geográfica, especificar se a campanha será regional, estadual, ou nacional por exemplo, ou se serão áreas urbanas ou rurais, se tratarão de atividades econômicas, agropecuárias, lazer, etc.

Recomendações: 
Nesta parte a agência justifica como estão sendo usadas as verbas, o porque de estar sendo usada naquele setor, o veículo de comunicação escolhido, as peças, o formato, a quantidade de inserções, as táticas escolhidas (caractéristicas das programações, ,critérios de seleção de programas e veículos, restrições, período de veiculação e esquemas especiais de veiculação), cronograma de veiculação, programações básicas, público coberto e resumo da verba.

Anexos:
Nele deve conter informações que o cliente ainda não teve acesso durante a apresentação do plano. Nele deve conter o custo por mil de cada meio programado, isso, para que o cliente possa saber o custo de seu investimento. Também deve conter dados de mercado, simulações, qualificações e outros dados que não foram apresentados anteriormente e que se fazem necessários ao cliente.